A FRETAB esteve presente no Ministério Publico em repudio contra qualquer ato de racismo e descriminação social. Estiveram também a sociedade civil, representantes do movimento negro, jornalistas e representantes dos direitos humanos.
Eles oficializarão no Ministério Público (MP) Estadual, a denúncia de racismo, abuso de autoridade
e tortura psicológica para serem apuradas. Conforme relataram, ambos acabaram algemados em via pública quando tentavam
apaziguar um desentendimento de policiais militares e amigos do casal,
que teriam flagrado uma ação violenta da PM contra um dependente químico
na Praça Lions, na Pajuçara.
De acordo com o promotor Flávio Gomes, o MP vai acompanhar todo os
procedimentos investigativos. “Eles relataram que também foram vítimas
de racismo, além da tortura psicológica, porque na oportunidade existiam
cinco pessoas e somente eles (que são negros) teriam sido algemados”,
relembrou o promotor.
As vítimas compareceram à Promotoria acompanhadas de integrantes do Movimento Negro de Alagoas, que desde a revelação dos fatos vem acompanhado o seu desdobramento público.
As vítimas compareceram à Promotoria acompanhadas de integrantes do Movimento Negro de Alagoas, que desde a revelação dos fatos vem acompanhado o seu desdobramento público.
“Vou pedir que seja aberto um procedimento investigativo e aguardar o
desenrolar das investigações. Caso não tenha sido instaurado um
inquérito também iremos fazer essa solicitação. O Conselho Estadual de
Segurança também será comunicado”, completou Flávio Costa.
O casal já esteve com o comandante da PM, coronel Dimas Cavalcante. Que em nota, após o encontro, a PM informou que não compactua e repudia “qualquer ato de violência física, psicológica ou racial que por ventura tenha sido praticado por qualquer um de seus policiais”.
De acordo com a defesa do casal, o mais importante é que o caso seja levando adiante. Entretanto, o advogado Alberto Jorge não acredita que ambos tenham sido vítimas de “crime de racismo”.
“Na minha concepção, não existiu racismo, porque para que se configure é necessário que haja uma atitude de impedimento, de não dar acesso e até ser excluído pela cor. Ele tem sua característica própria. Sustento a tese que eles foram presos por truculência militar e tortura psicológica, uma vez que a soltura deles, com a retirada das algemas estava condicionada ao repasse da filmagem para ser apagada”, explicou Alberto Jorge.
Ele disse o caso também será investigado pela Delegacia do 2° Distrito Policial, no bairro da Jatiúca, onde já foi instaurado o inquérito policial.
O casal já esteve com o comandante da PM, coronel Dimas Cavalcante. Que em nota, após o encontro, a PM informou que não compactua e repudia “qualquer ato de violência física, psicológica ou racial que por ventura tenha sido praticado por qualquer um de seus policiais”.
De acordo com a defesa do casal, o mais importante é que o caso seja levando adiante. Entretanto, o advogado Alberto Jorge não acredita que ambos tenham sido vítimas de “crime de racismo”.
“Na minha concepção, não existiu racismo, porque para que se configure é necessário que haja uma atitude de impedimento, de não dar acesso e até ser excluído pela cor. Ele tem sua característica própria. Sustento a tese que eles foram presos por truculência militar e tortura psicológica, uma vez que a soltura deles, com a retirada das algemas estava condicionada ao repasse da filmagem para ser apagada”, explicou Alberto Jorge.
Ele disse o caso também será investigado pela Delegacia do 2° Distrito Policial, no bairro da Jatiúca, onde já foi instaurado o inquérito policial.

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